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O que é melhor: empreender aos 25 anos ou esperar até os 50?

Será mesmo que existe uma idade certa ou ideal para empreender?

Se por um lado os mais jovens estão entre os que mais querem abrir o próprio negócio, são os mais experientes que seguem firmes no mercado, de acordo com pesquisa realizada pelo GEM, Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

Segundo dados que o estudo aponta, no Brasil, a faixa etária mais ativa em empreendedorismo é a de 45 a 54 anos, totalizando 24,3%. Já em relação a idade média daqueles que decidem abrir um negócio, os números são bem diferentes, uma vez que a faixa etária fica em torno de 25 a 34 anos (21,9%), seguida de perto por empreendedores de 35 a 44 anos (19,9%) e pelos de 18 a 24 anos (16,2%).

 

Será então que a idade é um dos elementos essenciais para o sucesso ao se empreender? Vejamos.

 

Mark Zuckerberg tinha apenas 19 anos quando lançou a primeira versão do Facebook e aos 23 já era um bilionário, tamanho o sucesso de seu empreendimento. Quando começou a construir a Microsoft, Bill Gates tinha 20 anos e aos 32 também já era dono de uma das maiores fortunas dos EUA. E claro, ainda tem Larry Page e Sergey Brin que tinham 25 anos quando lançaram um site de buscas, o Google, e o resto da história todos conhecem.

Por outro lado, Charles Fint quando iniciou a IBM estava com 61 anos de idade e foi somente aos 51 anos que Gordon Bowker fundou a Starbucks.

A verdade é que não existe uma idade mais ou menos adequada para empreender, existem apenas momentos diferentes, o que deve prevalecer em ambos os casos é a capacidade para identificar uma oportunidade de negócio e implementá-la! E isso fica mais claro quando analisamos os prós e contras para empreender nas respectivas faixas etárias.

É claro que quando se é jovem o custo de oportunidade é bem menor, uma vez que ainda não existem tantas responsabilidades e compromissos como família e carreira. Isso significa que sua capacidade de correr riscos é bem acima da média daqueles que já tem “algo a perder”, e não estou me referindo apenas a recursos financeiros.

Quando somos jovens a tendência é que tenhamos mais apetite ao risco. Por outro lado ainda não temos experiência e conhecimento acumulados como teremos após um determinado momento de nossas vidas e que será tão importante ao iniciarmos um negócio.

Entretanto, muitos que tinham o firme desejo de empreender e não o fizeram quando jovens sinalizam que não se sentiam preparados o suficiente ou não acreditavam totalmente em suas respectivas ideias de negócio. E decidiram esperar: esperar o melhor momento, esperar ter o que acreditavam ser o suficiente em recursos financeiros, etc. E na maioria das vezes ficaram apenas esperando.

Se por um lado a tolerância ao risco nos ajuda a dar o primeiro passo, é a experiência e o conhecimento que nos ajudam a seguir adiante. E para isso, independente da idade que se tenha ao começar, você pode buscar complementariedade nos sócios ou parceiros para aquilo que te falte em relação ao conhecimento, competências ou comportamentos necessários para o sucesso do seu empreendimento.

O mais importante é ter de fato identificado uma oportunidade de negócio, validá-la o quanto antes junto a seu público consumidor e se cercar de pessoas que possam contribuir com o seu projeto o mais rápido possível, antes que alguém o faça e você fique apenas esperando o melhor momento. 

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6 dicas para ter uma boa contabilidade.

Veja os passos para contratar uma assessoria contábil e fazer um bom acompanhamento do serviço.

 

Um empreendedor que visa ao crescimento da sua empresa precisa ter conhecimento profundo sobre a situação econômico-financeira do negócio. A contabilidade deve ser encarada como um recurso valioso de gestão, e não como uma obrigação enfadonha. Entre as várias vantagens de uma boa análise contábil está uma melhor compreensão dos custos e das despesas da empresa, além da rentabilidade do capital investido. Com essas informações, o empreendedor pode direcionar melhor suas decisões e seus aportes.

Outros benefícios de uma boa gestão contábil são a possível redução da carga tributária incidente sobre a empresa. Com uma boa orientação de um contador, o empresário pode escolher o regime de tributação mais adequado para o negócio em determinado momento. Algumas indicações que também podem auxiliar o empresário são quanto ao nível de endividamento – se está adequado – e se o negócio está realmente dando lucro.

Escolher uma boa assessoria contábil é fundamental nesse processo. Confira os passos para assegurar o melhor acompanhamento para o seu negócio.

1. Como escolher um escritório de contabilidade?

Iniciar a sua busca pela internet é um passo válido, mas lembre-se de que o escritório deve ser localizado na mesma cidade que a empresa. Isso porque a legislação contábil e as obrigações tributárias podem variar bastante em diferentes locais.

Indicações de bons serviços são geralmente úteis. Uma opção é solicitar ao escritório uma breve relação de clientes para procurar referências. É possível, também, buscar indicações de empresários conhecidos que estejam satisfeitos com o trabalho de suas empresas contábeis.

2. Encontrei um escritório. Como proceder?

É aconselhável realizar uma consulta no Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon) do estado para verificar se o escritório é filiado. Também é necessário consultar o Conselho Regional de Contabilidade (CRC) para checar se tanto a empresa como seus responsáveis estão devidamente inscritos e regulares no exercício das suas funções.

3. Quanto devo pagar de honorários?

Os valores podem variar bastante de acordo com os serviços demandados. A Fenacon recomenda levantar um orçamento com alguns escritórios e então avaliar o custo- benefício de cada um deles. Não existe regra certa a respeito do que abrange o serviço de contabilidade. 

4. Como deve ser o acompanhamento?

Independentemente de ter contratado um serviço de contabilidade, um empresário precisa conhecer minimamente os tributos e os encargos que incidem na atividade da empresa e acompanhar o recolhimento dos valores. Ele deve solicitar periodicamente à empresa contábil a certidão negativa dos principais órgãos (Receita Federal, Secretaria da Fazenda e Prefeitura Municipal), que é um dos indicativos de que a empresa não possui pendências. É bom, também, pedir com frequência um balancete.

Desde o início, é importante acordar em contrato reuniões frequentes com os profissionais da contabilidade. O acompanhamento ideal seria diário. Mas, como isso não é sempre possível, é indicado ao menos um encontro por mês. Essa reunião é importante, nem que seja para tomar um café e ter um panorama geral de como andam as finanças. Isso agrega valor ao trabalho de ambos os lados.

5. Com quem ficam os documentos?

A documentação que deve ser guardada pela empresa:

Documentos da constituição da empresa, como o registro de firma individual e/ou contrato social e os registros em todas as repartições fiscais, como o CNPJ e o alvará de funcionamento.

Também devem ser mantidos, depois de efetuados os devidos lançamentos fisco-contábeis, todos os documentos referentes à atividade. Eles devem retornar à empresa logo após sua utilização pela contabilidade:

Notas fiscais de compras

• Despesas gerais (água, luz, telefone)

• Talonários de vendas

• Guias de recolhimento de todos os tributos

• Extratos bancários

• Livro ou ficha de registro dos empregados

• Registros de ponto dos funcionários, para averiguação do Ministério do Trabalho

A documentação que deve ser guardada pelo escritório de contabilidade:

• Contrato de prestação de serviço entre a contabilidade e a empresa

• Livros fiscais e contábeis

• Cópia dos documentos de constituição da empresa

• Cópia do livro ou ficha de registro dos funcionários

6. Quem deve pagar os impostos?

O serviço contábil nunca deve pagar contas. A assessoria é responsável por passar os vencimentos para a empresa, mas é o dono do negócio quem deve cuidar do pagamento. Se o empresário notar irregularidades no serviço de contabilidade, ele pode denunciar o escritório ao Conselho Regional de Contabilidade (CRC), fazer a rescisão do contrato e procurar outro profissional.

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 Coisas que os bem-sucedidos fazem de diferente no dia a dia.

As pessoas de sucesso têm processos para executar suas obrigações no empreendedorismo, no trabalho e na vida

O que garante o sucesso, em termos psicológicos e comportamentais? Há padrões que podem ser percebidos e aprendidos? A resposta é sim, segundo a psicóloga americana Heidi Grant Halvorson, autora do livro Succeed: How We Can Reach Our Goals (Seja bem sucedido: Como Podemos Atingir Nossos Objetivos, numa tradução livre).

Em um texto escrito para a Harvard Business Review, ela elenca nove coisas que as pessoas bem-sucedidas fazem diferente do resto. Não são tarefas desumanas. Elas revelam que os bem-sucedidos têm processos para executar suas obrigações e refletem, mesmo que inconscientemente, sobre sua condição e como melhorá-la para ter mais eficiência.

Leia a lista e confronte-se. O que você faz diferente?

 

Seja específico.

Ao impor metas, seja o mais específico possível. A precisão dá uma medida clara do que é o sucesso. Perder cinco quilos é mais preciso que perder algum peso. Saber exatamente o que tem de ser alcançado mantém a motivação. Pense também em ações específicas que vão ajudar na realização das metas. Dormir menos, comer menos, exercitar-se mais – são todas promessas vagas demais. Já definir um horário fixo para se deitar todas as noites não deixa margem para outras possibilidades. Transposto para a vida profissional, o processo de autodisciplina funciona da mesma maneira.

Não desperdice oportunidades.

O homem moderno é um ser muito atarefado. Ele pratica uma espécie de malabarismo com as oportunidades. Ele pega uma, trabalha nela um pouco e a joga para o alto. Ao mesmo tempo, ele pega outra oportunidade, trabalha nela um outro tanto e a joga para o alto… Apenas para apanhar a primeira oportunidade. Nós perdemos muitas chances de agir simplesmente porque não notamos que estavam em nossas mãos. Imagine aquele contato comercial que se distância. Será que realmente você não tem tempo para pegar o telefone e ligar para ele? Atingir os objetivos significa agarrar as oportunidades – as grandes e as pequenas – antes que elas escorram pelos dedos.

Saiba exatamente o quanto falta no caminho.

Para atingir metas é preciso um monitoramento honesto e regular do próprio progresso. Se não há ninguém para lhe dar esse feedback, avalie a si mesmo. Se você não souber o quão bem está indo, não conseguirá ajustar suas estratégias corretamente. Confira seu progresso com olhos rigorosos e em bases frequentes – diariamente, dependendo do objetivo.

Seja um otimista realista.

Ninguém determina objetivos sem se envolver numa rede de pensamento positivo. Acreditar na capacidade de ser bem-sucedido é fundamental para criar e manter a motivação. Mas nunca subestime as dificuldades de atingir metas. A maioria exige tempo, planejamento, esforço e persistência. Estudos mostram que pensar que as coisas vão fluir facilmente e sem esforço deixa o empreendedor mal preparado para missão, aumentando as chances de fracasso.

Concentre-se em melhorar, não em ser bom.

É importante a pessoa acreditar que tem a habilidade para atingir as metas, mas também importa muito que ela confie que é possível aprender a habilidade. A maioria das pessoas acredita que a inteligência, a personalidade e as aptidões são coisas fixas, que não podem ser melhoradas. O resultado: o foco nas metas se direciona a provar a própria capacidade, em vez de desenvolver e adquirir novas competências. Ainda bem que caiu por terra a percepção de que as habilidades nos são determinadas por natureza e imutáveis (confira meu post anterior). Aceitar o fato de que é possível mudar e melhorar ajuda a fazermos escolhas melhores e atingir pleno potencial. “Pessoas cujas metas sejam melhorar, em vez de ser bom, tomam a dificuldade como estímulo e apreciam a jornada tanto quanto o destino”, diz Heidi.

Seja firme.

É a vontade de se comprometer com objetivos de longo prazo e persistir diante de dificuldades que distingue os bem-sucedidos. Pessoas firmes geralmente aproveitam melhor a educação que receberam e expressam isso em resultados. A boa notícia é que, se você nunca foi um dos mais esforçados, existem maneiras de melhorar a situação. Pessoas sem essa “pegada” geralmente pensam que não têm as qualidades intrínsecas dos bem-sucedidos. “Está errado”, diz Heidi. Como já foi dito, esforço, planejamento, persistência e boas estratégias são as chaves para o sucesso. Abraçar essa percepção não irá apenas ajudar a enxergar as metas mais nitidamente, como a ganhar a firmeza necessária.

Malhe sua força de vontade.

Seus músculos de autocontrole são como qualquer outro músculo em seu corpo – quando não é exercitado, fica flácido com o tempo. Mas quando é usado, cresce forte e mais adequado para ajudá-lo a atingir os objetivos. Para tonificar a força de vontade, tome desafios que exijam coisas que você prefira não fazer. Sempre que uma tarefa não lhe parecer atraente, ou exija muito esforço, faça.

Não jogue com as tentações.

Não importa quão sólida se tornou sua força de vontade. É importante manter em perspectiva de que ela é limitada e, se você se sobrecarregar, vai acabar sem energia. Não tente tomar duas tarefas desafiadoras ao mesmo tempo. É possível parar de fumar e entrar em dieta ao mesmo tempo? E não se coloque em apuros que não podem ser remediados, em situações cheias de tentações. “Pessoas de sucesso sabem como não tornar as metas mais difíceis do que já são”, diz Heidi.

Foco no que vai fazer, não no que não vai fazer.

Você quer perder peso, parar de fumar  ou domar seu temperamento? Então planeje como substituir seus hábitos ruins por outros bons. É bem melhor que ficar refletindo apenas sobre suas falhas, seus erros. Tentar evitar um pensamento só faz com que ele fique ainda mais ativo na mente. O mesmo é verdadeiro quando falamos de comportamento. Ao tentar não fazer algo ruim, o hábito se fortalece. Se você quer mudar seu jeito de ser, pergunte a si mesmo: em vez disso, o que posso fazer?

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Como Ter Sucesso ao Lidar com o Sonho dos Seus Clientes?

 

O momento em que o trabalho encontra o sonho. Esse é com grande certeza o desejo de muito dos empreendedores que pensam em abrir seu próprio negócio. É a inspiração para os que pensam em investir. É a realidade dos que chegaram lá.

Mas e quando seu mercado pede que, diariamente, você lide com o sonho dos seus clientes? A atuação no setor de planejamento e execução de formaturas pede inteira atenção individual.

Chegar ao fim da faculdade reunindo amigos e familiares em um momento de celebração está entre os desejos dos universitários. Segundo dados de 2014 do Censo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foram mais de 2,5 milhões de ingressantes em cursos de graduação do ensino superior.

Por ano, as oportunidades de atingir interessados aumentam e cada um desses novos alunos busca fechar essa etapa única da vida com chave de ouro.

É nesse ponto que as grandes empresas do setor se diferenciam, já que a realização dos desejos de cada cliente pede cuidado e atenção na hora de encontrar a empresa certa. Na VIVA Eventos, buscamos nossa diferenciação dentro do mercado pela credibilidade, personalização e a busca constante pela inovação.

 

O trabalho com vendas que possuem um prazo longo até a execução do serviço faz com que clientes, potenciais e conquistados, precisem ter total certeza que estão em uma empresa séria, com grande know-how no assunto e experiência comprovada.

Depoimentos de clientes, cases de sucesso e um portfólio bem estruturado são fundamentais para o fortalecimento da marca. Além disso, uma comunicação clara e que dialogue com o público-alvo em todos os canais de comunicação da empresa é fundamental. Isso fortalece o conceito da marca e a sensação de unidade – algo essencial para empresas com atuação em mais de uma cidade.

 

O prazer de buscar pela inovação é outro ponto diferencial dentro do setor. Os eventos de cada cliente são mais do que datas em uma agenda.

São momentos únicos e que devem trabalhar a experiência – sensitiva e emocional. Por isso, a busca por tendências através de benchmarkings e feiras deve fazer parte da rotina do empreendedor e da sua equipe. O incentivo à criatividade deve ser a rotina da empresa de sucesso e de todos que fazem parte dela.

Sendo assim, nada mais juto que dizer que amar o que faz ainda é o mais importante para quem o sonho se constrói junto com os clientes.

 

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5 dicas para montar uma equipe campeã com um orçamento apertado.

  Se você não pode pagar salários ou bônus exorbitantes para sua equipe, entenda de que outras formas trazer e manter as melhores pessoas do mercado.

A primeira coisa que as pessoas me perguntam depois de ver o time da minha startup costuma ser “como você conseguiu isso?”. Pela lógica, uma empresa tão pequena, nova e com orçamento limitado como a minha não deveria ter tantas estrelas na equipe e no Conselho.

Depois de terem me perguntado isso muitas vezes, finalmente cheguei a alguns conselhos para dar a quem quer montar um time campeão mesmo com um budget apertado! Veja a seguir:

 

1. Comece pelas ambições

É preciso uma quantidade incrível de dinheiro para fazer uma pessoa ambiciosa e inteligente largar tudo o que está fazendo para te ajudar a realizar seu sonho. Se você é uma startup, nunca vai conseguir vencer essa batalha, porque você simplesmente não tem uma quantidade incrível de dinheiro. Em vez disso, encontre maneiras de fazer do seu sonho um sonho compartilhado.

Para mim, isso aconteceu quando meu sonho do Corpo da Paz de ajudar as mulheres na África Ocidental através da moringa — uma árvore local com folhas altamente nutritivas — encontrou o sonho da minha co-fundadora de finalmente criar seu próprio produto alimentício, depois de anos de consultoria em produtos de alto consumo.

Para outro co-fundador, era uma chance de testar seu sonho de conectar as pessoas em todos os continentes usando a tecnologia para contar histórias interessantes.

Você vai trazer pessoas incríveis para o seu time se conseguir mostrar como as ambições pessoais delas vão ao encontro das ambições da empresa.

 

2. Consiga os jogadores certos para as posições certas.

Nas startups, como em um time de futebol, há vários jogadores em várias posições. A chave é designar a posição certa para cada jogador para que você aproveite o ponto forte de cada um.

Eu sou uma pessoa que vê as coisas como um todo — a maioria dos CEOs é.

Sou ótima para montar uma estratégia abrangente, mas não sou tão boa assim para definir os detalhes. Um dos meus co-fundadores é craque em operações, mas tem dificuldade em prever o futuro. Ao reconhecer isso, somos capazes de montar planos coesos, cada um fazendo aquilo em que é bom.

Nem sempre é fácil, afinal, fazer isso corretamente requer que todos admitam suas fraquezas. Mas eu tento assumir a liderança expondo minhas próprias fraquezas e construindo uma cultura de vulnerabilidade profissional.

 

3. Incentive o debate.

Depois de um retiro com a empresa, um novo membro do time comentou sobre como era interessante ver os quatro membros da nossa equipe de gestão se envolverem em debates acalorados numa hora e, na outra, jantarem juntos felizes, como se nada tivesse acontecido.

Às vezes, nós dizemos que brigamos como irmãos pequenos: de maneira feroz, mas sabendo que, no final da discussão, ainda vamos querer brincar juntos. As discussões podem ser cansativas sim, mas eu não queria que fosse diferente. Nós discutimos porque todos nós queremos construir uma empresa incrível e duradoura, por isso queremos encontrar a melhor solução para chegar lá.

 

4. Crie uma cultura de gratidão.

Não há nada pior do que sentir que ninguém está reconhecendo seu trabalho duro. As grandes multinacionais reconhecem o trabalho duro de seus colaboradores com bonificação; as startups, com pouca grana, precisam reconhecê-lo através do elogio em público.

Na Kuli Kuli levamos essa ideia a sério, iniciando nossas reuniões com reconhecimento, em que todos circulam pela mesa agradecendo cada pessoa presente por algo de excepcional que fizeram ou têm feito. Nos retiros da nossa empresa, fazemos uma versão mais longa desse ritual, que chamamos então de “mexido da gratidão”, em que cada um de nós fala por alguns minutos sobre por que nós somos gratos por ter cada pessoa na sala.

 

5. Nunca se esqueça do seu porquê

Na Kuli Kuli, a nossa visão é permitir que todos tenham acesso a fontes de alimentos nutritivos como a moringa. Muitas vezes, citamos a nossa visão em tomadas de decisões da empresa. Isso nos ajuda a permanecer fiéis à nossa marca, ao mesmo tempo em que nos lembra de por que nós começamos esse trabalho.

Em algum momento, espero poder compensar todas as pessoas na minha equipe com salários altos e bônus. Mas mesmo quando esse dia chegar, eu ainda pretendo viver segundo essas diretrizes para criar uma equipe bem-sucedida, trabalhadora e feliz por estar aqui toda semana.

Por último, queria saber de vocês: qual é a melhor dica que você já ouviu sobre montar uma equipe campeã?

Escrito por Lisa Curtis, fundadora e CEO da Kuli Kuli.

Publicado originalmente em Endeavor.

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Ideias de Negócios para Montar em Casa.

 Existem formas simples de ganhar dinheiro trabalhando dentro da própria residência. Confira

 Muita gente deseja trabalhar em casa. Se esse é o seu plano, conheça, abaixo, 15 ideias para se inspirar e trocar o escritório pelo home office. Nenhuma destas atividades exige curso superior e as competências para trabalhar com elas podem ser desenvolvidas em cursos profissionalizantes. Conheça:

 

1. Fotógrafo comercial

Mesmo com a popularização da fotografia digital, existe a procura por serviços profissionais nessa área, seja para a cobertura de um evento, de uma festa, fotografia publicitária (de produtos), editorial de moda, um ensaio fotográfico ou produção de um book.

 

2. Ilustrador

Muitos ilustradores trabalham em casa como freelancers. O trabalho pode ser realizado para ilustrar livros, apostilas, convites, caricaturas em festas, etc.

 

3. Estilista

O profissional da moda que trabalha com estilismo pode desenvolver suas coleções e peças a partir de um escritório em casa. Pode tanto trabalhar com marca própria e clientes próprios ou como consultor/profissional contratado por uma empresa do segmento.

 

 4. Desenvolvedor de apps e jogos para celular

Esta é uma carreira relativamente nova mas que conta com amplo mercado para atuação. A partir de conhecimentos na área de programação e desenvolvimento, o profissional poderá trabalhar como freelancer ou contratado de alguma empresa especializada no serviço de criação de aplicativos e jogos para celular.

 

5. Projetista (Cadista)

Cadista é o profissional experiente em CAD, que é um programa de computador utilizado para desenvolver projetos, produtos e instalações. Escritórios de arquitetura contratam cadistas em home office para detalhar seus projetos. Para ser cadista não é preciso ser arquiteto ou engenheiro.

 

6. Professor particular

Quem possui conhecimentos específicos em alguma matéria pode dar aulas particulares em casa ou pela internet.

 

7. Organizador de eventos/festas

Inclui organização, pesquisa, contratação de serviços e acompanhamento de eventos ou festas. O organizador é responsável por administrar as demandas de um evento como flores e decoração, aluguel de salão, contratação de banda, buffet, etc.

 

8. Restaurador (instrumentos musicais, livros, fotos, documentos)

Conhecedores das técnicas de restauro contam com um mercado interessante para atuação. Muitos órgãos governamentais, ONG’s e até mesmo pessoa física têm requisitado o serviço de restauro de instrumentos musicais, documentos, fotos de família (utilizando o Photoshop), obras de arte, pinturas, livros, etc.

 

9. Hairstylist (cabeleireiro)

Muitos cabeleireiros famosos começaram assim, geralmente no salão ou barbearia do pai ou da mãe. Mesmo tendo aprendido o ofício com alguém, é fundamental fazer um curso na área para aprimorar as técnicas. Para início de carreira em casa, é possível começar pelo mais simples, como lavagem dos cabelos, corte e escova.

 

10. Serviços de day-care (crianças ou idosos)

O serviço pode ser pago por hora ou mensalmente e busca auxiliar os pais que precisam trabalhar ou resolver pendências fora de casa e não têm com quem deixar seus filhos. É preciso desenvolver atividades educativas e recreativas de acordo com a idade, além de capacitação para cuidados com criança ou idoso. Consulte a legislação municipal da sua cidade sobre como proceder neste caso.

 

11. Empresa de mudanças/carreto

Muitos proprietários de caminhonetes e pequenos caminhões passam a prestar este serviço para complementar a renda. O valor é por frete, de acordo com a distância, e é comum cobrar uma taxa extra caso necessite carregadores para o serviço.

 

12. Organizador profissional

Pessoas que têm facilidade em organizar roupas, documentos e objetos, podem trabalhar como organizadores profissionais. O serviço ocorre na casa ou escritório do cliente, mas você pode administrá-lo de casa.

 

13. Guia de turismo

Se você é bem informado sobre sua cidade ou bairro (com apelo turístico), está sempre em busca de novas informações e conhecimentos e gosta de interagir com pessoas, tornar-se um guia de turismo pode ser uma boa opção. É muito importante saber falar inglês e ter acesso às informações corretas para repassar aos turistas.

 

14. Aluguel de bicicletas

Seja voltado para o turista ou para o morador da sua cidade, o aluguel de bikes é um negócio relativamente novo e que tem crescido a cada ano. Neste negócio, é possível alugar bicicletas para adultos e crianças, capacetes, cadeirinhas, luz noturna, etc. Também é comum o agendamento de passeios de bicicleta pela cidade ou arredores, conhecido como cicloturismo.

 

15. Vendedor online

O vendedor online pode utilizar meios como sites, redes sociais e e-mail para realizar vendas de um determinado produto ou serviço e ser comissionado por isso. Geralmente as porcentagens de comissão não são muito altas, porém, se o vendedor alcançar boas vendas, consegue realizar um bom lucro pelo volume de negócios fechado.

Vale lembrar que é importante estar sempre atualizado com relação à atividade escolhida. Pesquise seu mercado, quais os concorrentes locais e como as pessoas de outros países montaram seu negócio. E é sempre bom aprender mais sobre assuntos complementares à atividade que você vai exercer, como marketing, finanças básicas, empreendedorismo, etc. E, finalmente, buscar informações sobre como trabalhar em casa com mais organização e produtividade.

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 Como Avaliar Ideias Inovadoras?

Como Saber se suas Ideias de Negócio, daqui a Alguns anos, Poderão ser Consideradas Ideias Inovadoras?

 

   1. A ideia aborda um problema relevante, frequente e mal resolvido?

O primeiro passo da avaliação de uma ideia é não avaliar a ideia. Esqueça as funcionalidades da ideia. Guarde seu Excel para depois. O foco inicial é o problema que a ideia se predispõe a resolver. Esse problema é importante para quem o vivencia? Ele ocorre uma vez na vida ou é algo diário? As soluções atuais são insatisfatórias? Eu tenho uma filha pequena, de poucos meses. Tudo nesse momento é muito importante para nós. Mas o problema, para ser atraente, precisa ser também frequente. A troca de fraldas é algo que acontece várias vezes por dia, ao passo que a vacinação ocorre apenas uma vez por mês, dependendo do calendário de vacinas. Não adianta o problema ser relevante e frequente se estiver bem resolvido. As fraldas Pampers da P&G foram uma super inovação, décadas atrás, por abordarem um problema anteriormente mal resolvido. Se a nova ideia foca um problema bem resolvido, será árdua a tarefa de fazer o consumidor mudar seu comportamento.

 

  2. A ideia apresenta uma forma diferente de resolver o problema?

Se a ideia endereça um problema com potencial, é a hora de seguir a avaliação. Chegou o momento de analisar a ideia e a forma como ela pretende resolver, de forma mais eficiente, barata e acessível, o problema em questão. A ideia é uma melhoria ou uma potencial inovação? Tem potencial de replicabilidade? Tem viabilidade técnica? A tecnologia necessária está ou ficará disponível? Conseguirá erguer barreiras de imitação? A Nespresso abordou de forma única a necessidade de tomar um café gourmet, fácil de preparar como parte de uma experiência social. Fazer uma análise crítica da ideia e sua proposta de valor frente as demais alternativas disponíveis bem como a potencial sustentabilidade da vantagem competitiva é o foco da segunda fase. Cuidado com o mito de “não temos concorrentes”. O consumidor tem uma forma de resolver o problema e é com isso que ele irá comparar a nova idéia.

 

  3. A ideia tem um modelo de negócio consistente?

O problema é relevante e a ideia tem uma forma diferente e eficiente de resolve-lo. O diferente pelo diferente não vende. Não se esqueça disso. Para a ideia ser executável e economicamente viável, ela precisa de um modelo de negócio. Uma forma estruturada de gerar, entregar e capturar valor. A Nespresso encontrou um modelo de “isca e anzol” que envolve máquinas e cápsulas. A empresa vende por meio de um clube online e lojas próprias. Captura valor das duas fontes, principalmente das cápsulas que, até pouco tempo, detinha a patente. A fabricação das maquinas é feita na China por meio de parceiros para ter custos menores. A empresa promove a marca com artistas globais que garantem o tom de exclusividade necessário. É fundamental entender e avaliar o modelo de negócio da ideia. Tem um go-to-Market adequado? Como será produzida ou operada? O modelo de receita captura todo o valor possível? Haverá complementadores para apoiar a ideia? Essas são algumas das perguntas necessárias para entender se existe um modelo de negócios que sustenta uma ideia que resolve de forma única um problema importante.

 

  4. Existe um plano elaborado para aprender sobre as incertezas?

Quando a ideia está numa fase pre-piloto, o foco da avaliação deve ser nas incertezas existentes. Ainda não é a hora da análise financeira. É o momento de avaliar quais são os pressupostos sobre os quais a ideia e o plano de negócio estão baseados. Assim você pode entender se há um plano de aprendizagem de baixo custo e alta eficiência. Identificar, avaliar e testar as incertezas de forma rápida e pouco dispendiosa é o ponto central nesse estágio. Uma empresa de cosméticos com que trabalhamos, ao invés de solicitar o fluxo de caixa descontado da ideia, preferiu fazer o rating da ideia buscando entender até que ponto os inovadores detinham o domínio daquilo que não sabiam sobre a ideia e e se dispunham de um plano criativo para responde-las.

 

  5. A ideia pode ter resultado econômico interessante?

Quando a ideia está num estágio pós piloto, é útil começar a estabelecer análise de retorno financeiro. Projetar receitas, despesas, investimentos, necessidade de capital de giro, fluxo de caixa, VPL e payback. Nessa circunstância, é viável entender com mais clareza o risco do projeto. Já consegue-se saber o que é a ideia, qual o problema pretende resolver, como irá se diferenciar, qual seu modelo de negócio e alternativas competitivas existentes. Isso permite simular a fase de entrada, crescimento e maturação da ideia bem como seu potencial declínio. A análise financeira é ótima ferramenta quando aplicada no momento certo. Sua antecipação não aumenta as chances da ideia dar certo nem estabelece bases adequadas para sua avaliação. Fazer o fluxo de caixa descontado projetando receitas e despesas para 5 anos de uma ideia em estágio embrionário é tão útil quanto olhar para uma criança de 3 meses e ter que dizer o que ela vai ser quando crescer. Projetar o futuro é muito difícil. Avaliar o potencial de ideias inovadoras é uma tarefa desafiadora e cada vez mais presente na vida de empreendedores e executivos. Aplicando mentalidade, ferramentas e lógica adequadas em projetos de dia a dia para oportunidades de inovação reduz a chance de êxito. Ajustar o foco da análise ao momento de desenvolvimento da ideia garantirá maiores chances de acerto.

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